terça-feira, janeiro 02, 2007

Homens não são ratos


A revista médica British Medical Journal publicou em sua edição de 15 de dezembro ( http://www.bmj.com/cgi/content/abstract/bmj.39048.407928.BEv1?maxtoshow=&HITS=10&hits=10&RESULTFORMAT=&fulltext=animal+experiment&andorexactfulltext=and&searchid=1&FIRSTINDEX=0&sortspec=relevance&resourcetype=HWCIT ) um artigo que mostra diferenças entre os resultados de experimentos com medicamentos em ratos e humanos. Em alguns dos medicamentos testados o efeito em homens foi oposto ao obtido em ratos.
Enquanto isso, um dos pilares da HOMEOPATIA é experimentar os medicamentos em pessoas saudáveis. Funciona assim: um grupo de pessoas saudáveis toma um remédio durante um prazo e observa e anota tudo de diferente naquele período. Depois os resultados de todos são comparados e anotados os resultados similares. Com isso, ficamos conhecendo o efeito que aquela substância pode causar numa pessoa. E como o princípio da HOMEOPATIA é "Curar o semelhante pelo semelhante", quando alguma pessoa doente apresenta aqueles sintomas da substância, esta substância será capaz de curar sua doença. Esta é uma diferença radical da HOMEOPATIA em relação à alopatia!

Linhas Pedagógicas

Escola Vale de Luz, em Nova Friburgo
Definições tiradas do site Especial Educação do Estado de São Paulo.

Linha Tradicional

É centrada no professor. O aluno recebe a informação e a avaliação procura medir quanto dela foi assimilado. Enfatiza-se a repetição de exercícios para a memorização. A disciplina é valorizada e cobrada com rigidez. Os adeptos do método afirmam que o mais importante é ter uma base sólida de conhecimento. Essa linha se difundiu no século 18, a partir do Iluminismo, e seu objetivo era universalizar o acesso ao conhecimento.

Linha Construtivista

Propõe construir o conhecimento baseando-se nas relações dos alunos com a realidade, valorizando e aprofundando o que a criança já sabe. O conhecimento e a inteligência vão se desenvolvendo passo a passo, num processo de construção que é tão importante quanto o próprio conhecimento. O professor é responsável por ajudar o aluno neste processo. Os educadores construtivistas afirmam que as crianças crescem mais críticas e capazes de aprender por si. Privilegia-se a auto-avaliação, e a disciplina não é cobrada com rigidez. Jean Piaget foi o idealizador do construtivismo, que chegou ao Brasil na década de 70.

Linha Montessoriana

A criança deve ser incentivada a desenvolver senso de responsabilidade pelo próprio aprendizado. São privilegiadas as atividades motoras e sensoriais, trabalhos, jogos e atividades lúdicas, enfatizando-se o manuseio de materiais. As crianças costumam se sentar formando círculos e, em grande parte do tempo, ficam livres para se movimentar pela sala de aula. O professor é um guia, localiza e trabalha as dificuldades de cada criança. Esta linha foi desenvolvida pela educadora Maria Montessori, em 1907.

Linha Waldorf

A base desta proposta é a atividade motora da criança, e não se utilizam materiais artificiais nem acabados. A turma tem um professor principal, que a acompanha durante os oito anos de ensino fundamental para que, desta forma, o educador possa dar um acompanhamento individualizado a cada criança. A escola conta com participação ativa e constante dos pais em diversas atividades pedagógicas. O filósofo austríaco Rudolf Steiner foi seu idealizador, em 1919, na Alemanha.

Linha Renovada

Inclui várias correntes que têm em comum a valorização do indivíduo como ser livre, ativo e social. O interesse pelo estudo deve partir dos alunos e o professor facilita o processo de aprendizagem. Algumas escolas tidas como alternativas nos anos de 1970 e 80, inspiradas na britânica Summerhill, colocavam o ensino de acordo com a vontade do aluno, e ele decidia como e quando estudar.

Construtivismo Sócio-Interacionista

O Construtivismo sócio-interacionista leva o aluno a ser o construtor de seu conhecimento, sendo o professor facilitador deste processo. Nas palavras do Prof. Vasco Moretto, mestre em ensino de Ciências pela Universidade de Laval, em Québec, Canadá: "Aprender é construir significados e ensinar é oportunizar esta construção".
Desta forma, a Escola deve promover no aluno o esforço centrado na aprendizagem construída e não transmitida, e nele desenvolver a capacidade de aprender a aprender, de buscar informação por si mesmo, de trabalhar de forma autônoma e colaborativa, de desenvolver, além do saber conceitual/factual, habilidades e atitudes, formando a(s) sua(s) competência(s).

Hoje em dia, é muito difícil encontrar uma instituição que aplique radicalmente um só método, mesmo porque, uma escola essencialmente Montessoriana, por exemplo, é caríssima. Portanto, vale a pena uma conversa franca com a pedagoga da escola para que ela explique como os métodos são aplicados.

Saúde da Mulher - Introdução

Saúde da Mulher - Introdução

Um poema de Rudolf Steiner para reflexão neste período



“Se quisermos festejar o Natal
De modo cristão, deverá existir
Em nós próprios um Pastor e um Rei.

Um Pastor que ouve o que outras
Pessoas não ouvem, e que
Com todas as formas de dedicação
More logo abaixo do céu estrelado;
A esse Pastor, anjos anseiam por
Revelar-se.
E um Rei que distribua dádivas;
Que não se deixa guiar por nada mais
A não ser pela estrela das alturas.
E que se põe a caminho,
Para ofertar todas as suas dádivas
Ao pé de uma manjedoura.

Mas além do Pastor e do Rei
Deverá existir também em nós, uma
Criança
Que quer nascer agora!”

A Letra como Semente

A revista Globo Rural de Dezembro de 2006 apresentou uma reportagem sobre escolas rurais que estão revolucionando o ensino no interior do país.

A educação urbana sempre serviu de modelo à rural, apesar das diferenças entre um mundo e outro. No campo, as deficiências do ensino oficial são agravadas pela ausência de profissionais especializados, infraestrutura precária e dificuldade de transporte, prejudicando 7,6 milhões de estudantes em 96 mil escolas espalhadas pelo país, nas mais diversas modalidades de ensino básico. Mas uma experiência desenvolvida em Araraquara, SP, põe por terra os obstáculos, atraindo a atenção de
municípios vizinhos, do governo federal e até de uma instituição ligada à Universidade de Harvard, dos EUA. Pés na grama, os alunos aprendem - e se divertem - em meio a regadores e muita terra marcando as camisetas.
Com atenção e paciência, os educadores tecem um modelo pedagógico que respeita o saber da criança e valoriza a cultura do homem do campo, sem perder de vista o conteúdo disciplinar tradicional. Munida de mochila cor-de-rosa e cadernos
impecáveis, Mirian Arantes de Souza, 12 anos, revela por trás do sorriso tímido a boa aluna que é. Quando fala sobre o que gosta de estudar, elenca quase todas as disciplinas. "Vou bem até em ciências, embora esta matéria não me agrade muito", diz. A menina se sobressai entre os jovens de sua idade pela polidez ao falar. Respeita o plural, usa palavras sofisticadas. Poderia ser estudante de qualquer grande cidade, mas seu mundo é a comunidade rural Monte Alegre, em Araraquara, a 273 quilômetros da capital paulista. Às cinco e meia da manhã, Mirian já está de pé e, depois do banho e do cafezinho, caminha um quilômetro para então entrar na rota do ônibus que a conduz à escola, onde chega mais de uma hora depois. Diferente do
pai, pedreiro e agricultor, e da mãe, dona-de-casa, que não tiveram a oportunidade de completar os estudos, a garota quer vingar. A vontade crescente que tem de ser professora é semeada pelos profissionais da escola Profª. Maria de Lourdes da Silva Prado. A instituição, parte de um projeto municipal que revitalizou as entidades de
ensino rural da região, incentiva os alunos a cultivar o gosto pelo conhecimento e pela terra.

Mirian, a caminho da escola, aperta o passo para não chegar atrasada na aula

Em 2001, um grupo de educadores local elaborou uma nova proposta pedagógica para o ensino no campo, sugerindo, inclusive, a ampliação do atendimento até a 8a série (antes restrita à 4a série), na tentativa de evitar problemas como abandono, altos índices de repetência e choques culturais. Isso porque, sem opções no meio rural, as crianças eram obrigadas a acordar no meio da madrugada e seguir para as escolas da cidade. "Estes alunos estavam desmotivados, não se sentiam nem no campo, nem da cidade", diz Carlos Alberto Pereira, coordenador de desenvolvimento pedagógico da Secretaria de Educação de Araraquara. Diferente do que ocorria no passado, a idéia era que a escola fosse até os jovens, fazendo-os resgatar a identidade cultural de suas famílias. Sensibilizada pela proposta, a prefeitura decidiu investir no que passou a se chamar "Programa Escola do Campo", em funcionamento desde 2003.
O projeto, dividido em três ciclos de formação, atende crianças de seis a 14 anos e saiu um passo a frente ao decidir que o ensino fundamental tivesse nove anos,
mudança que virou lei no país somente este ano. Em nível nacional, foi apenas em 2004 que o governo decidiu pela criação da Secad - Secretaria de Educação
Continuada, Alfabetização e Diversidade - para refletir sobre uma política educacional para o campo. Hoje, via ONGs e prefeituras, a Secad viabiliza programas para a formação continuada de professores do meio rural e para a elevação da escolaridade de jovens e adultos, por meio do projeto "Saberes da Terra".

Os jovens podem estudar e lanchar ao ar livre nas escolas do campo de Araraquara, SP

Os alunos das escolas do campo de Araraquara trabalham todas as disciplinas obrigatórias da educação fundamental, mas cada professor relaciona o conteúdo
curricular à realidade rural. Durante a aula de ciências, a educadora Cristiane
Carusi da Silva, em uma plantação de couve, explica as características da planta e como ela é importante para regular o intestino humano. Subitamente, uma aluna a
interrompe. "Posso pegar uma para comer?". Liberação concedida, Renata de Souza Paula mata a vontade com uma folha fresquinha e devidamente lavada. A menina de 12 anos não se encanta apenas com a horta da escola. Junto com a avó, com quem mora, mantém o seu próprio cultivo, e fala com propriedade do mercado agrícola, discorrendo sobre a queda do milho e do chuchu, fator pelo qual a família passou a investir em manga e banana. Junto aos colegas de turma, Renata acaba trocando conhecimento com os professores e aprendendo muito mais do que lidar com a terra, já que o entrelaçamento das disciplinas é constante. Se em um momento as
crianças estão discutindo a estrutura de um vegetal na horta, no instante seguinte riscam o terreno para fazer futuros plantios, habituando-se às formas geométricas. Quando nasce a curiosidade sobre a origem de uma planta ou sua grafia correta, correm para consultar os livros na biblioteca e pronto: toparam com a lição de português.

Cristiane, professora de ciências, dá aula em meio à plantação de couve

Ao lado das matérias tradicionais, as atividades na cozinha experimental arrematam a ligação escola-campo. Entre panelas e fornos, os jovens entendem como agregar valor ao que a família já produz. "Eles aprendem a fazer queijo temperado, por exemplo, que vai ajudar os pais a garantir melhor renda do que o produto comum, ao mesmo tempo em que compreendem as reações físico-químicas do processo", diz Alexandre
Martins de Freitas, à época membro da secretaria de educação do município e um dos cabeças do projeto.

Na cozinha experimental, os alunos fazem fila para participar do preparo de uma salada de frutas

Um dos pontos importantes do projeto é o envolvimento da comunidade no cotidiano de ensino. No entanto, segundo Dirce Zaccaro, diretora da escola da comunidade de Monte Alegre, isto é dificultado pelas longas distâncias que separam os lotes da
instituição, o que não acontece no assentamento Bela Vista, onde também o programa está implantado. Lá, a Escola do Campo Hermínio Pagôtto tem uma agrovila à sua volta, e é comum que os educadores utilizem as instalações dos vizinhos, seja um viveiro de aves ou um curral, como salas de aula. No Bela Vista, multiplicam-se antenas parabólicas e as casas, tingidas de barro e descascadas pela ação do tempo,
contrastam com o asseio e a ordem da escola. Os horários de alimentação são seguidos à risca. Durante a merenda, as crianças correm ávidas para degustar o menu do dia: arroz, feijão, salsicha e salada de tomate, preparado com esmero pela cozinheira Claudete Francisco da Silva, enquanto dois ou três passarinhos cruzam aos saltaricos o corredor do refeitório. No centro das mesas compridas estão vasos repletos de girassóis. "Símbolo de vitalidade e energia", afirma a diretora Adriana Morales Caravieri, exemplo do típico acanhamento interiorano e dona de uma ternura contagiante. Quem também esbanja vitalidade e energia é Wiltemberg Almeida de Souza, dez anos, sempre acompanhado dos primos, Denner e David. A família dos três meninos chegou há cerca de 15 anos na região e conquistou um terreno de 15 hectares no lote, onde passou a plantar milho, feijão e, mais recentemente, cana-de-açúcar e criar gado. Embora tenham intimidade com a área rural, os garotos planejam rumar para cidade. "Lá deve ser mais divertido", afirma David, com a conhecida objetividade
das crianças. Como o ímpeto migratório ainda é uma realidade, o grande desafio dos educadores é dar ferramentas para que os jovens possam levar uma vida digna na cidade, caso não queiram ou não possam permanecer em seus lugares de origem, ao mesmo tempo em que os façam entender o valor da terra. Nesta prova, o Programa
Escola do Campo parece estar se saindo bem: a evasão escolar é praticamente zero. Também o desempenho nas olimpíadas escolares, com a conquista de algumas medalhas, e a qualidade das notas são animadores. No Saresp - Sistema de Avaliação de Rendimento
Escolar do Estado de São Paulo - de 2005, as escolas que compõem o projeto alcançaram cerca de 40% de acertos em matemática e 60% em português. Todo o empenho dos professores foi coroado com a conquista do Prêmio Chopin Tavares de Lima: Novas Práticas de Gestão Municipal, e o Prêmio Gestão Pública e Cidadania, dado pela FGV - Fundação Getúlio Vargas - e a Fundação Ford, com apoio do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Foram, inclusive, convidados a apresentar a experiência em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em um workshop realizado pelo Ash
Institute, da John F. Kennedy School, pertencente à Universidade de Harvard, dos EUA.
Para Adriana, diretora da Hermínio Pagôtto, a escola deve ensinar o valor da terra.
Para Antônio Marangon, coordenador geral de educação do campo da Secad/MEC, é louvável a iniciativa do município de Araraquara. "Este e inúmeros outros projetos de educação, antes isolados, estão vindo à tona e servem de modelo e inspiração para que um programa de ensino rural seja implantado no país inteiro", diz.
Aos poucos, o projeto paulista se multiplica. Na cidade de Matão, perto de Araraquara, Alexandre assumiu a Secretaria de Educação e Cultura e costura agora a implantação do programa no município.
Para os que iniciam a caminhada, a diretora Adriana não esconde o jogo. No mural situado na entrada da Hermínio Pagôtto, revela a todos, tomando de empréstimo uma frase do educador Paulo Freire, o conceito-chave que descortina o futuro a seus alunos: Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo. As pessoas se educam entre si, mediatizadas pelo mundo.
Estudantes cuidam dos canteiros de flores

sexta-feira, dezembro 29, 2006

O quê e onde estudei

Sou médico atendendo no Rio de Janeiro e em Nova Friburgo (RJ) , trabalhando com Medicina Homeopática, Acupuntura Médica e Psicoterapia baseada na Biografia Humana.

Natural de São Gonçalo (RJ), nasci em 1965, estudei no Colégio Municipal Presidente Castello
Branco até a oitava série. Fiz o Ensino Médio (no meu tempo chamava-se Segundo Grau) em Niterói, no Instituto Gay-Lussac. Passei no Vestibular para Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde estudei até 1989.

Em 1987, ainda durante a Faculdade, entrei para a Escola de Psicanálise de Niterói (já destruída por sucessivas dissidências), onde participei do curso de formação de Psicanalistas por 2 anos.

Após graduar-me como médico, porém, decidi trabalhar como Pediatra (especialidade em que fiz internato), abandonando a prática de Psicanalista. Devo a meus estudos em Psicanálise a capacidade de ouvir os pacientes de forma a reconhecer o que necessita ser tratado em cada caso.

Em 1993 fui aprovado no Concurso para Título de Especialista em Pediatria, da Sociedade Brasileira de Pediatria, tornando-me Especialista em Pediatria.

Em 1990 comecei o Curso de Especialização em Homeopatia da Sociedade de Homeopatia do Estado do Rio de Janeiro (SOHERJ), mas, após 1 ano, resolvi mudar para o curso do Instituto Hahnemanniano do Brasil (IHB), a mais tradicional escola de Homeopatia do país, fundada há mais de 100 anos, onde concluí em 1993.

Em 1994 participei do Curso de Fitoterapia promovido pela AFHERJ (Associação de Farmacêuticos Homeopatas do Estado do Rio de Janeiro).

Em 1997 fui a Kathmandu, no Nepal, onde trabalhei voluntariamente no Himalayan Healing Centre, fundação assistencial mantida pelo Lama Gangchen Rimpoche. Nessa oportunidade, entrei em contato com diversos ramos da Medicina Oriental, como Medicina Ayurvedica, Medicina Tibetana, Yogaterapia, … e fiquei fascinado pelos métodos usados e resultados obtidos em muitos, milhões mesmo, de pacientes. Fiz diversos cursos lá e, desde então, estou destrinchando os detalhes nas dezenas de livros que comprei lá (não sou rico, os livros lá no Nepal e na Índia são baratos demais!), tiro as dúvidas (que não são poucas) com os meus professores de lá (Dr. Rajesh e Dr. Koiralla). Contudo, o que mais ficou desta experiência foi a forma de atender o paciente, como um ser humano integral, que sente dor, que sente emoções, que tem doenças orgânicas mas continua sendo uma pessoa que sofre.

Em 1998 comecei a Pós-Graduação em Acupuntura e Eletroacupuntura na ABACO (Academia Brasileira de Arte e Ciência Oriental), no Rio de Janeiro, tendo concluído em agosto de 2000.

Em 2000, participei de um curso de introdução à Antroposofia, promovido pelo GAIA – RJ (Grupo de Iniciativas Antroposóficas do Rio de Janeiro). Voltei em 2006 para fazer o curso de Fundamentação em Antroposofia.

A partir de 2000 comecei a participar do workshop do GEHSH (Grupo de Estudos Homeopáticos Samuel Hahnemann), no Rio de Janeiro, sob a coordenação do “Tio” Aldo Farias Dias, um Mestre no sentido mais amplo da palavra! E participei do workshop até dezembro de 2005. Sinto falta…

Em 2005, trouxemos o “Tio” Aldo para um Seminário em Nova Friburgo, e isso gerou um grupo, que batizamos de Hydrogenium, pelo desejo de ser um com o todo, e estamos reestudando os medicamentos homeopáticos pela Abordagem Sistêmica e fazendo patogenesias.

Desde 2005 participo do curso de Formação em Terapia Biográfica, promovido pelo Núcleo de Formação Biográfica de Minas Gerais, sob a coordenação das professoras Angélica Justo e Berenice von Rückert. Com este curso, retorno às origens de minha carreira, quando meu interesse principal era a Psicanálise.

Em 2006 iniciei uma outra especializalização em Plantas Medicinais, desta vez na UFLA (Universidade Federal de Lavras).

Sou professor de Acupuntura no curso de Pós-Graduação em Acupuntura do Instituto Flor de Lótus, em Nova Friburgo.

Meu trabalho, além de lecionar, é realizado basicamente em consultório médico, com Homeopatia, Acupuntura e Psicoterapia. No fundo, sou um Clínico Geral à moda antiga, que atende pacientes com as mais diferentes queixas, como alergias, doenças reumáticas, depressão, problemas emocionais, nenéns com cólica, refluxo, etc. Isto torna minha prática sempre dinâmica, porque eu nunca sei que tipo de queixa me aguarda quando eu chamar o próximo paciente, a única certeza é que eu vou atender uma PESSOA que sofre e quer solução para seus sofrimentos.

Endereços de Atendimento:

Rua Uruguaiana, 39, 3º andar - Centro - Rio de Janeiro - RJ

Tel: (21) 2224-3975

Praça Marcílio Dias, 56 - Centro - Nova Friburgo - RJ

Tel: (22) 25239342

E-mail: marceloguerra@gmail.com

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Atendimento no Rio de Janeiro

A partir de janeiro de 2007 estarei atendendo também no Rio de Janeiro, nas especialidades de Homeopatia, Acupuntura e Terapia Biográfica de Base Antroposófica. Em breve, mais informações.

terça-feira, novembro 14, 2006

Vale de Luz


Hoje eu fui à Escola Vale de Luz iniciar um estágio em Medicina Escolar Antroposófica com Darlan Schottz. Cheguei cedo e fiquei na sala da professora Lelande, um anjo que entrou na vida de muitas crianças que tinham problemas muito graves de aprendizado e recuperou-as. Logo que cheguei eles recitaram um verso com muita emoção! E emocionado fiquei eu com o carinho recebido da Lelande e de seus alunos Lorran, Maycon, Wesley e Walace. Muito obrigado!!!!!!

terça-feira, novembro 07, 2006

Chamado para O Processo de Ser


Em todos os mitos e contos de fadas há um momento em que o herói ou a heroína percebe um chamado e inicia uma aventura da qual voltará transformado(a). Assim também ocorre na vida, afinal os mitos e contos de fadas são somente representações do que passamos na vida.
Este é um chamado para uma aventura para dentro de sua própria história de vida, que terminará trazendo à tona um melhor conhecimento daquilo que você é, de suas qualidades e fragilidades, permitindo que você elabore esses elementos e dê um novo rumo à sua vida. Aceite o chamado e venha participar da Vivência O Processo de Ser!

terça-feira, outubro 17, 2006

O Processo de Ser - Vivência em Grupo



"Todo ser vivo está em processo, que é simplesmente o fluxo, o curso de sua jornada de vida. Tais processos são tanto arquetípicos - compartilham padrões comuns a todos os seres, tais como gestação, nascimento, morte e ressurreição - quanto exclusivos de cada ser em particular."
Allan Kaplan (Artistas do Invisível)

O objetivo dessa vivência é tornar consciente o processo de ser de cada um, para que o indivíduo torne-se responsável pela sua própria evolução, em vez de apenas sujeitar-se a ela.
Coordenação: Marcelo Guerra, médico
Rama Krisna Moura de Jesus, professor
Formação de novos grupos na Clínica BioRitmo e na Associação Crianças do Vale de Luz, em Nova Friburgo. Encontros quinzenais.
Informações e inscrições: (22)92544866.